A GUIANA PRENDEU MISSIONÁRIOS MORMONS
A Guiana é um país localizado no norte da América do Sul, entre a Venezuela o Brasil o Suriname e o Oceano Atlântico. A faixa litoral é a mais habitada e o interior é ocupado pela floresta do Amazonas.
A cidade capital é Georgtown e a população ronda os 800 000 habitantes, embora se trate de um país pobre o analfabetismo é de apenas 1% .
Uma das esperanças do seu desenvolvimento reside na construção de uma ponte que ligará esta nação ao Brasil, permitindo assim a utilização do porto guianense pelos brasileiros para escoamento dos seus produtos o que fará aumentar o seu rendimento.
Este país é governado pelo Presidente Bharrat Jagdeo, 45 anos, economista, eleito em Agosto de 1999.
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias está presente na Guiana à 20 anos, e de acordo com a última estatística disponível conta com 2522 membros distribuídos por 12 congregações locais (Ramos) organizados em três distritos.
Neste pequeno país servem uma centena de missionários santos dos últimos dias.
A Igreja tem apoiado à mais de duas décadas a agricultura local e tem fornecido ajuda humanitária ao país.
Sem serem conhecidos quaisquer incidentes envolvendo missionários mórmons, as autoridades locais prenderam 38 missionários, na maioria norte-americanos, sob o pretexto dos seus documentos de permanência no país não estarem em conformidade com a actual legislação local.
Segundo a agencia noticiosa France Press, podiam-se ouvir os missionários cantar nas suas celas "We Shall Overcome", uma canção gospel que se tornou um hino de protesto na década de 1960 nos movimento dos direitos civis nos Estados Unidos.
Entretanto os missionários foram libertados encontrando-se nas suas residências.
A Agencia France-Presse informou que o presidente Bharrat Jagdeo reuniu na quarta-feira com os líderes da Igreja SUD e missão após as prisões, mas não falou com os jornalistas sobre este assunto.
De acordo com o Departamento de Estado E.U. os cidadãos norte-americanos para viajarem para a Guiana precisam de um passaporte válido, e os oficiais de imigração em geral concedem aos visitantes uma estadia de 30 dias.
Referindo-se ao assunto a diplomata norte-americana Karen Willams da embaixada dos Estados Unidos comentou "Isto não vem como uma surpresa, mas eu não quero especular sobre uma razão para as detenções”, disse, antes de os missionários serem libertados.
"Estamos a trabalhar com a Guiana e as autoridades dos Estados Unidos para alcançar uma solução amigável."

1 comments:
A foto ilustrativa da noticia mostra quatro missionários russos frente à porta principal do Templo de Madrid.
Enviar um comentário